A comunidade científica debatia há décadas se os dinossauros tinham penas. Laura encontrou a prova definitiva num âmbar de 100 milhões de anos.
O âmbar preservava um dinossauro completo com penas coloridas de azul e verde, em posição de dança, sugerindo que usavam as penas em rituais de cortejo.
Laura apresentou a descoberta no maior congresso científico do mundo e recebeu de pé a maior ovação da história da paleontologia.